Associação Desportiva Ateneu Mansor
Av. Doutor Fernando Costa, 466 - Piso Superior
São José do Rio Preto - SP
Tel: (17) 99149-1280 - judoateneumansor@gmail.com
Coordenação: Léo Eduardo Secches Mansor
Faixa Preta 5º Dan - Professor de Educação Física (CREF 8.667 G/SP)
Mostrando postagens com marcador Principios do Treinamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Principios do Treinamento. Mostrar todas as postagens

08/03/2022

Gasto calórico de alguns esportes

 

Veja a tabela de gasto calórico de alguns esportes e vamos cuidar da saúde.

Judô, futebol, basquete, natação, LPO e musculação.

Tendo como padrão um indivíduo de 70kg.

18/08/2011

Levantamento Olímpico: o arranco e o arremesso

Neste artigo quero apresentar os dois exercícios competitivos do levantamento de peso olímpico (LPO). O conhecimento desses exercícios possibilita o entendimento de como esses movimentos podem ser utilizados para treinar a força explosiva nos atletas de qualquer modalidade esportiva. Sobre esse assunto específicamente, falarei num próximo artigo. Vamos a eles!

O Arranco

O Arranco (“snatch”) é a primeira prova da competição de LPO e consiste em levantar a barra em um só movimento desde o tablado até a completa extensão dos braços acima da cabeça. Para executá-lo o atleta pega a barra e a levanta à maior altura possível. Em seguida agacha completamente posicionando a barra acima da cabeça com os braços estendidos e finalmente se coloca de pé imóvel até o sinal dos árbitros para baixar a barra (figura). Essa é a técnica executada pelos levantadores de peso em competição, fazendo o agachamento profundo para pegar a barra acima da cabeça, sendo conhecido como “arranco clássico” ou “competitivo”.

O Arremesso

O Arremesso (“clean and jerk”) na sua forma “clássica” ou “competitiva” consiste em levantar a barra em dois tempos: desde o tablado até o peito – primeiro tempo (“clean”). E desde o peito até a completa extensão dos braços acima da cabeça – segundo tempo (“jerk).

Para executar o primeiro tempo o atleta pega a barra na plataforma, levanta à maior altura possível e em seguida agacha profundamente para colocá-la sobre os ombros (figura). A puxada do arremesso é praticamente idêntica a do arranco, sendo possível erguer mais peso em função da pegada das mãos na barra mais próxima. O apoio da barra nos ombros acorre com a rápida rotação dos cotovelos embaixo da barra.

Clique aqui e veja a materia completa

13/05/2011

Principio da Especificidade do Treinamento

UtimataDe acordo com Dantas (1995), a partir do conceito de treinamento total, quando todo o trabalho de preparação passou a ser feito de forma sistêmica, integrada e voltada para objetivos claramente enunciados, a orientação do treinamento por meio de métodos de trabalho veio, paulatinamente, perdendo a razão de ser. Hoje em dia, nos grandes centros desportivos, esta forma de orientação do treinamento foi totalmente abandonada em proveito da designação da forma de trabalho pela qualidade física que se pretende atingir. Associando-se este conceito à preocupação em adequar o treinamento do segmento corporal ao do sistema energético e ao gesto esportivo, utilizados na performance, ter-se-á o surgimento de um sexto princípio esportivo: o princípio da especificidade, que vem se somar aos já existentes. Podemos dizer que este princípio sempre esteve intrínseco em todo o treinamento esportivo, desde o mais rústico nas práticas utilitárias, mas tê-lo como princípio norteador e como um dos parâmetros que devem ser levados em consideração é essencial ao estudo e planejamento crítico e consciente nos treinamentos contemporâneos.
  “O princípio da especificidade é aquele que impõe, como ponto essencial, que o treinamento deve ser montado sobre os requisitos específicos da performance desportiva, em termos de qualidade física interveniente, sistema energético preponderante, segmento corporal e coordenações psicomotoras utilizados” (ibidem, 1995, p. 50).
  Segundo Dantas, ao se estudar o princípio da especificidade, de imediato sobressai um fator determinante, que é o princípio da individualidade biológica, estabelecendo limites individuais a esta capacidade de transferência. O princípio da especificidade irá se refletir em duas amplas categorias de fundamentos fisiológicos: os aspectos metabólicos e os aspectos neuromusculares. Para Dantas, “O princípio da especificidade preconiza, ... que se deve, além de treinar o sistema energético e o cárdio-respiratório dentro dos parâmetros da prova que se irá realizar, fazê-lo com o mesmo tipo de atividade de performance.” (ibidem, 1995, p. 50):
  “Isto serve, cada vez mais, para firmar na consciência do treinador que o treino, principalmente na fase próxima à competição, deve ser estritamente específico, e que a realização de atividades diferentes das executadas durante a performance com a finalidade de preparação física, se justifica se for feita para evitar a inibição reativa (ou saturação de aprendizagem).” (ibidem, 1995, p. 50).
De acordo com Dantas (1995), o segundo componente dos aspectos neuromusculares é controlado, principalmente pelo sistema nervoso central ao nível de cérebro, bulbo e medula espinhal e pressupõe que todos os gestos esportivos, realizados durante a performance, já estejam perfeitamente “aprendidos” de forma a permitir que, durante a performance, não se tenha que criar coordenações neuromusculares novas, mas tão somente “lembrar-se” de um movimento já assimilado e executá-lo. A psicologia da aprendizagem ensina que o conhecimento, ou movimento, uma vez aprendido fica armazenado no neocórtex sob forma de engrama, que consiste num determinado padrão de ligação entre os neurônios. O engrama, que é sempre utilizado, fica cada vez mais “nítido” e “forte” ao passo que aquele que não é utilizado se enfraquece e pode até se extinguir. Se um gesto esportivo for repetido com constância, seu engrama ficará tão forte a ponto de permitir a execução do gesto de forma reflexa, através de uma rápida comparação, pelo bulbo, entre as reações neuromusculares e o engrama. Este aspecto está ligado a mielinização das fibras nervosas e à velocidade de condução dos impulsos, e à caracterização dos tipos de movimentos.
Finalizando, Dantas (1995) nos diz que, o aprimoramento da habilidade técnica e a execução de todos os movimentos possíveis durante o treinamento, visando a aquisição e reforço dos engramas requeridos pelo esporte considerado, tomarão tanto mais tempo quanto mais complexo ele for em termos neuromotores.
Então, se a especificidade do movimento, e conseqüentemente da modalidade esportiva, está atrelada à memória do gesto motor, de seu treinamento, podemos dizer que o Princípio da Especificidade está ligado diretamente aos gestos específicos de uma determinada modalidade e o treinamento utilizado para o aprendizado e o desenvolvimentos destes respectivos gestos específicos.
Fonte

11/05/2011

Esporte na adolescência

Conheça a página: http://www.chakalat.net/esportes

A adolescência é um período importante para qualquer pessoa. É uma fase de transição para a vida adulta, em que os jovens começam a ter maior responsabilidade, tem que fazer escolhas que vão ser fundamentais neste novo momento e muitas vezes, é um momento de auto afirmação, onde uma certa "rebeldia" é natural, criando conflitos com os pais. Mas é um momento onde os adolescentes também passam por mudanças no corpo ,devido à alta concentração de hormônios. Os meninos começam a desenvolver pelos pelo corpo e pelo rosto, a voz engrossa. Já as meninas começam a ter as formas mais arredondadas, desenvolvem seios e começam a menstruar. É um momento em que a prática de alguma atividade física se torna muito importante. Praticar alguma atividade física neste momento, ajuda o adolescente a enfrentar melhor estes efeitos psicossociais de uma fase de transição, pois o garoto ou garota gastando energia no esporte, tende a ficar mais equilibrado. O esporte também ajuda na socialização, que é muito importante para o adolescente, já que aumenta a auto estima e serve como elo de integração, num momento onde ele procura se integrar a um grupo da mesma faixa etária que a dele. A prática desportiva também auxilia a afastar o jovem de possíveis vícios, como o álcool, o tabaco e as drogas, visto que ele não conseguirá manter uma freqüência caso se envolva com isso. Também ajuda a equilibrar o peso do corpo, aumentando a massa magra e reduzindo o nível de gorduras, pois devido ao crescimento muscular e ósseo, nesta fase os adolescentes costumam comer muito, o que poderia levar à obesidade, sem uma queima constante de calorias.


Att
Assoc. Desp. Ateneu Mansor

06/05/2011

Carga e recuperação

De acordo com Dantas: "Imediatamente após a aplicação de uma carga de trabalho, há uma recuperação do organismo, visando restabelecer a homeostase" (DANTAS, 1995, p. 43)."O aproveitamento do fenômeno da assimilação compensatória ou super compensação, que permite a aplicação progressiva do princípio da sobrecarga, pode, ainda, ser severamente comprometido por uma incorreta disposição do tempo de aplicação das cargas. O equilíbrio entre carga aplicada e tempo de recuperação é que garantirá a existência da super compensação de forma permanente." (ibidem, 1995, p. 44).Segundo Tubino, o momento exato em que se produz à adaptação aos agentes stressantes (estímulos), é, sem dúvida, um dos pontos mais discutíveis do Treinamento Esportivo. Existem pontos de vista que estabelecem a adaptação durante intervalos intermediários dos treinos, enquanto que outras pesquisas defendem a tese da adaptação após o último intervalo da sessão de treino (TUBINO, 1984). Tubino comenta que:"Segundo HEGEDUS (1969), os diferentes estímulos produzem diversos desgastes, que são repostos após o término do trabalho, e nisso podemos reconhecer a primeira reação de adaptação, pois o organismo é capaz de restituir sozinho as energias perdidas pelos diversos desgastes, e ainda preparar-se para uma carga de trabalho mais forte, chamando-se este fenômeno de assimilação compensatória. Assim, sabe-se que não só são reconduzidas as energias perdidas como também são criadas maiores reservas de energia de trabalho. A primeira fase, isto é, a que recompõe as energias perdidas, chama-se período de restauração, o qual permite a chegada a um mesmo nível de energia anterior ao estímulo. A segunda fase é chamada de período de restauração ampliada, após o qual o organismo possuirá uma maior fonte de energia para novos estímulos" (ibidem, 1984, p. 105 e 106).Para Tubino, estímulos mais fortes devem sempre ser aplicados por ocasião do final da assimilação compensa
Att
Assoc. Desp. Ateneu Mansor